Quando a arte nos define

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A arte faz parte da vida de todos nós de uma maneira tão intensa que é desafiador pensar em uma vida sem arte. Imagine alguém que não goste de música, cinema, literatura, teatro, dança… Será que você conhece alguém assim?

Claro, às vezes não gostamos das mesmas coisas, não apreciamos o gosto musical alheio ou o tipo de literatura a que cada pessoa se dedica. Mas isso é bem diferente de não gostar de arte.

Esses dias vi no Twitter (o lugar em que os memes dominam o tempo das pessoas) muita gente compartilhando a seguinte mensagem:

Entrei no jogo e tentei me definir com três discos, sem muito critério, é verdade, exceto o fato de que são discos que ouvi muito, e ainda hoje voltam pra mim (agora, via Spotify).

É curioso como, lembrando os discos, livros e filmes que já passaram pela sua vida, você relembra também um pouco das coisas que você quis, sonhou e realizou. A arte é uma outra forma de ler a vida. Sem a arte (Nietzsche escreveu “sem a música”, mas podemos ampliar a ideia sem problema) a vida seria mesmo um erro.

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